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Um tributo aos que se foram em uma confraternização aos que os lembram...

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Com origem nas reuniões etílico-poéticas com integrantes dos Movimentos Invenção de Poesia e Coletivo Oroboro. Sílvio Hansen, artista plástico e poeta visual lançou a ideia de uma celebração diferenciada no Dia de Finados. A reflexão onde o senso comum de uma saudade doída fosse contraposta a outra visão... que é a da superação de um estágio, ou passagem de um existir precário a uma esfera transcendente do existir. Era firmado então este espaço itinerante das artes.

As edições, ininterruptas desde 2007, tem peculiaridades. Umda de suas características marcantes é o homenageado (morto-vivo que ilustra os convites “santinho”) ser o anfitrião da edição, aliás, é bom frisar, que para ser homenageado são condições: estar vivo e participar da vida cultural pernambucana, por extensão brasileira.

Da primeira edição na antiga Casa Funerária Braga (Santo Amaro), chegamos ao coração da capital pernambucana, ocupando o Pátio Interno do MAMAM — Museu de Arte Moderna Aluisio Magalhães, nas últimas edições. Apoio fundamental da Prefeitura da Cidade do Recife e Presidência do MAMAM, facilitando o acesso do público.

​Após tantas edições, chegou a hora de homenagear o idealizador desta proposta de resistência cultural... o próprio Silvio Hansen, o que torna esta edição um marco para o evento. Então temos ele, ilustrando o “santinho” da vez, de corpo presente
e muito vivo. Anfitrião da edição que irá celebrar suas inscrições no seleto hall dos nossos mortos-vivos homenageados pelas edições do VELÓRIO POÉTICO.

Traga o seu vinho e venha beber o morto vivo da vez, curtindo as inusitadas performances artísticas. Aqui todos poder se expressar, temos um palco aberto para exposição de ideias.

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